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sábado, 2 de abril de 2011

Ditadura











sexta-feira, 1 de abril de 2011

FFAA BRASILEIRAS, NOSSOS PÊSAMES

            Acabo de chegar do quartel do 23 BC de Fortaleza, onde haveria uma solenidade para comemorar a data de 31 de março. Seria uma comemoração “intra muros”, pois que já há umas duas semanas, o convite explicava que não haveria as costumeiras celebrações de homenagens de datas militares, que todos OS SOLDADOS BRASILEIROS, independente de patente, faziam de coração e garbosamente. Em todo país – mesmo entre muros – todos integrantes das FFAA, esperavam este dia para comemorar a coragem de antigos CHEFES. Acredito que o “golpe surpresa” foi nacional, Ainda não tive notícias de outras unidades militares.

          Quando chegamos no quartel, onde seria comemorada a data com desfile da tropa, esperava-nos o Cel. Comandante, com o pátio pronto para a solenidade. Acredito que só não esperava, a notícia que recebeu momentos antes da nossa chegada. Fui em companhia do General Torres de Melo, e quando cumprimentávamos o Cel. Comandante, seu tom de voz, sua fisionomia não disfarçava o que lhe ia no coração de SOLDADO. Após os cumprimentos ele acrescentou: “General, acabo de receber “ordem que a comemoração foi cancelada.” Seu tom de voz, traduzia tudo que seu coração de SOLDADO sentia.

         À medida que os convidados – Generais, Coronéis e autoridades civis iam chegando, a notícia era como um soco na cara de cada um. A medida terá sido tomada pela MÃE DO PAC, ou os antigos guerrilheiros do 31 de março de 1064 – hoje em postos “chave” – acharam por bem ir à forra, enquanto a “presidenta” e Lula estavam chorando por Jose de Alencar, em plagas européias. Ou então, o atual “democrático desgoverno” está sendo para valer, e a turma “do livre arbítrio” achou por bem, tomar a acintosa decisão?

           Os Comandantes das TRÊS FFAA, foram surpreendidos como nós, ou já teriam sido comunicados e concordaram com a medida, que caiu como as bombas que a “presidenta” usava, como no caso do soldado Koesel? Quem irá fazer parte das NOVAS FFAA que Dilma, Estela, Wanda, Lucia, Luiza, Marina e etc., quer criar? Quem irá fazer parte das NOVAS FFAA, que a “presidenta” quer criar? Os egressos das prisões, os chefes de gangues que planejam assaltos, queima de carros nas ruas. E outros com “escolaridades diferentes”

            BRASIL, BRASIL, que contingentes seus vão cuidar da segurança do país? Lembra-se quando a NORMA do Exército Brasileiro eram esta?:UMA NAÇÃO TERÀ SEMPRE UM SÓ EXÉRCITO. O SEU; OU DE OUTRA NAÇÃO. Que tal voltar para o que tínhamos? O PAÍS inteiro será GRATO.

Glacy Cassou Domingues – Grupo Guararapes. Fort.31 DE MARÇO de 2011









quinta-feira, 31 de março de 2011

A Visita do Poderoso Chefão

Por Gelio Fregapani


Comentário nº 92– 23 de março de 2011



Assuntos: Visita de Obama, Ataque à Líbia e Pequenas Notícias

 

Visitas de chefes de Estado são boas para estreitar laços e aparar arestas. Entretanto todas tem objetivos, declarados ou não, principalmente por parte de quem teve a iniciativa da visita..

Além de estreitar laços, o objetivo declarado de Obama era o comercial. Na perigosa crise financeira com o dólar rampa abaixo, o bom senso indica que os EUA tentarão voltar a ser a grande potência industrial que foram antes de transferir suas fábricas para países de mão de obra barata, mas para isto necessitarão de petróleo e dos minerais que não possuem, além de abrir mercados para seus produtos. O triste será quando seu papel pintado não for bem recebido, ou mesmo for recusado. Terão que desenvolver alguma outra forma de obter o que for indispensável. Talvez tomar a manu militarii, mas melhor seria, se possível, algum acordo.

Dentro dessas premissas podemos sentir um recado: Para não acontecer o que está ocorrendo com a Líbia, de quem o Reino Unido, Itália e França querem o petróleo, vende para mim o do pré-sal que eu lhe protegerei. Caso não venda, eu o tomarei, aliado a eles ou não.

Teria sido bom se o recado incluísse algo assim como “e continue a me fornecer nióbio a preço de banana. Forneça-me também terras raras, tantalita-volframita, urânio e tório e outros mais que necessito que você continuará com seu território inteiro. Até mesmo me comprometo a retirar minhas ONGs. Pagamento? Se o dólar não mais tiver valor, posso pagar com excelentes aeronaves de combate, com navios de superfície e com outros petrechos que garantirão sua soberania contra os demais ambiciosos (desde que eu concorde), mas nada poderiam contra a minha força”.

Um acordo assim seria uma volta ao semi-protetorado. Nada de mais. Já fomos semi-protetorado da Inglaterra que manteve a Amazônia para nós contra os EUA, e depois destes últimos que nos “protegeram” da ameaça (?) nazista, da União Soviética e do comunismo internacional. Claro tudo teve seu preço. Até tivemos que o acompanhar na guerra, mas foi o melhor para cada ocasião. Na verdade só deixamos de ser “protegidos” quando não havia mais ameaça, ou melhor, quando na ausência de um inimigo, o antigo protetor extrapolou suas ambições e passou a ser visto como a ameaça

Agora, a nova situação mundial força os EUA a buscar uma aliança conosco. Será a aliança ou o confronto. Certamente será melhor a aliança do que o confronto, mas como Vargas em 1942, caberá a Dilma tirar o Maximo proveito da necessidade do parceiro.

Uma aliança, mesmo que bem sucedida, sempre será provisória. Pode até haver simpatia entre países, mas não há amizades; há interesses. Os interesses forjam os tratados; e a garantia de cumprimento é a manutenção do interesse ou a força para o impor.

Não me venham falar em justiça. Isto, na terra, só existe para quem tem força para a assegurar.

A nação que confia mais em seus direitos do que em seus soldados, engana a si mesma e cava a sua ruína (Ruy Barbosa)



O ataque à Líbia

Não me move simpatia pelos regimes islâmicos. Além do endêmico radicalismo deles me preocupa a diferença das taxas de natalidade entre eles e o ocidente cristão, inclusive a do nosso País. É conhecido o resultado de pressões, e a pressão demográfica, a longo prazo é a mais forte. Entretanto, apresentar o ataque à Líbia como “proteção ao povo líbio chega as raias do cômico. Ontem seu amigável chefe de Estado era presidente, hoje é chamado de ditador. Os amigáveis reis sauditas e do Barhein, enquanto amigáveis continuarão majestades. É de estranhar que um “ditador odiado” distribua armas à população, se isto for verdade.

Hoje, invade-se a Líbia com o pretexto de defender a oposição a Kadafi. Amanhã, a "Nação Indígena" declara sua independência e o Brasil será atacado se quiser impor a união do seu território. O Índio, como o povo líbio servem para pretexto. A ONU vota a defesa dos índios pela força e a história se repete.

Quanto a Líbia, parece-nos certo que será colocado um governo títere ou será amputada de sua região petrolífera. Isto é o resultado de riquezas naturais e falta de força. Situação parecida com a de uma vasta área sul-americana que um dia se chamou “Terra de Santa Cruz”



Hidrelétricas do rio Madeira

O aparato internacional conseguiu o que queria: Interromper a construção das hidrelétricas. Já usara ONGs, índios e movimentos sociais e políticos locais sem sucesso. Contou, estou convicto disto, com o beneplácito da líder do Consorcio – a multinacional Suez, que suspeito desejava aproveitar as paralisações para arrancar mais dinheiro do governo. Decidiu-se agora por sabotagem.

Briga de motorista com usuário? Piada! É indispensável preparação anterior para mascarados reunirem gasolina suficiente para incendiar dezenas de ônibus e alojamentos do tamanho de uma pequena cidade.

Paranóia? Povos civilizados e desenvolvidos seriam incapazes de tais felonias? Bem, mas o que teria acontecido em Alcântara?



Código Florestal

Priorizado o interesse nacional, o novo Código proposto por Aldo Rabelo será aprovado. Os problemas são os entreguistas e a ala ingênua dos ambientalistas, que consideram a ação das ONGs como sendo de proteção às florestas. A Amazônia precisa de desenvolvimento econômico, não apenas de proteção ambiental É importante não permitir que o meio ambiente nosso Brasil, continue sendo gerenciado por gente que só fala nosso idioma com sotaque estrangeiro



Nova campanha de desarmamento das pessoas de bem

O estado com menor índice de armas registradas (Alagoas) tem, de longe, o maior índice de assassinatos. O min. da Justiça e outros ingênuos, (para não pensar coisa pior), acreditam que, se as pessoas de bem entregarem suas armas e confiarem seu patrimônio aos bandidos, o país será mais seguro e menos violento



Assento permanente no Conselho de Segurança

Com a ONU desmoralizada e sem poder de veto, será que vale a pena pleitear uma vaga? As resoluções, só serão respeitadas quando houver interesse dos EUA. No caso do Iraque, pela primeira vez a ONU disse não. Adiantou?

Creio que só o nosso País acha que deve cumprir ar resoluções tomadas naquela organização de fachada. E sem armas atômicas...

Que Deus guarde a todos vocês