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quinta-feira, 14 de abril de 2011

COMUNADA DO BRASIL RELEIAM....

O BRASIL VERMELHO*

Entrevista à Revista RVB - Goiânia


Entrevistado Waldo Luís Viana**



O cenário político nacional é deprimente. A imagem que passa para o povo é a de que todos os políticos são “farinha do mesmo saco” e que não existe mais uma distinção clara entre os honestos e desonestos. A crise é permanente e só parece que desaparece quando outra amanhece no cenário e a anterior perde força. Parece até proposital criar uma outra crise! Usando a velha máxima popular: Para acabar com um doido, o remédio seria outro doido”. Um Brasil onde sindicatos como o MST, a Liga dos Camponeses Pobres (que de pobres não tem nada) podem fazer tudo e não são questionados, têm carta branca e, com isso, a democracia torna-se anarquia.



RVB – Estamos vivendo num país sem governo ou um governo que estimula a anarquia, para em seguida transformar-se num estado interventor, instaurando uma ditadura disfarçada de socialismo?



WLV – Para os incautos, vivemos numa democracia plena, com todas as instituições funcionando. Tudo parece muito normal, mas o estado de guerra civil não declarada é patente. Só não vê o ovo da serpente quem não quer. É claro que enquanto o Congresso Nacional funcionar praticando as barbaridades e vendas de virtudes públicas, juízes e desembargadores recebendo seus gordos salários na boca do caixa, sem atrasos, o Executivo dirigindo a farra dos sindicatos (movimentos sociais e pelegos que gravitam em torno dele) – todos pensarão que não há anormalidades nas capitais. A Educação e a Saúde estão em estado de calamidade pública, havendo também uma situação crônica de crise nas estradas, nos transportes, no saneamento, na habitação e nos salários de fome oferecidos. O fato de não se ter a sensação de que tudo isso acontece é devido a um estado permanente de propaganda plantado com os recursos do “quadrilátero de prosperidade”, dos feitos da Petrobrás, do BNDES, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal – que não foram criados por esse governo – para avalizar suas realizações. São essas instituições que seguram a administração Lula.



RVB – Com tantos falsos benefícios que o governo oferece, ele torna o país mais dependente do governo, menos competitivo e mais elitizado?



WLV – Quando o Estado se mete em áreas que não deveria, é sinal de que a sociedade funciona mal, e sozinha. O Estado contemporâneo deve ter papel regulador, incentivador de atividades, de construtor de marcos regulatórios e de agências fortes de fiscalização das atividades privadas e nobres. Quando o governo é privatizado por elites patrimonialistas e egoístas, torna-se fiador de uma reprodução mercantilista privada e concentradora de rendas. A despeito dos aparentes esforços do governo Lula de distribuir rendas e construir uma sólida classe C, ele não mexeu nos privilégios dos ricos internos e dos rentistas externos. Como sempre, a renda continua concentrada nas mãos de poucos e manipulada a partir de Brasília, que continua sendo uma ilha da fantasia apartada da fiel realidade do País. Como a classe média e os aposentados não têm votos nem poder de barganha, foram os mais severamente penalizados nesses quase oito anos de mandato...



RVB – Como jornalista experiente e conhecedor do sistema, qual a sua avaliação da atual crise no Senado, que finge ter passado, mas é abafada por outras crises?



WLV – No Brasil, todo bom escândalo é substituído por outro, que se torna “ótimo” e nos faz esquecer o anterior. Como nada se resolve e tudo permanece como está, a história brasileira apresenta-se como uma sucessão de escândalos não resolvidos que acabam por anestesiar a população. Ninguém quer saber de nada, a não ser se for mobilizado pela mídia. Assim, a crise do Senado passou porque outras a substituíram e vão ocupar o interesse dos comentadores das ruas, das filas dos bancos e dos botecos. E a vida (a farra) continua...



RVB – Mas como fica o Senado diante do povo: sem moral ou o povo gosta mesmo é de desonestos na política?



WLV – O Senado está entregando o ouro ao bandido, ou seja, demonstra, por atos e omissões, inclusive por atos secretos, que não é necessário para preservar e proteger a Nação. Com oito mil funcionários ou mais, é um peso elitista, quase uma excrescência e poderá um dia ser apontado pelo povo como um valhacouto imprestável de ladrões velhos. Caminha para ser impedido de funcionar. Aliás, muitas democracias boas no mundo funcionam sob regime unicameral...



RVB – Antes Sarney e Collor eram ladrões para Lula e agora?



WLV – Antes, os políticos fingiam que não tinham memória. Hoje, com o vídeo tape e a Internet, que provam o que disseram antes, contráriando os seus interesses, eles simplesmente se calam, provando que são mesmo safados.



RVB – E qual a saída para se ter uma política menos corrupta?



WLV – Não tenho ilusões. Com 54 anos, não creio que leis mais duras irão pegar, porque são escritas pela mesma elite corrupta que deveriam punir. O desleixo começa pela lei eleitoral, que gera todas as outras. Se o sistema eleitoral é completamente viciado, não temos como fugir de que seu exercício também seja corrompido. E o resto é pura consequência disso tudo. Soluções existem, mas não se faz omelete sem quebrar os ovos...



RVB – O Brasil deveria seguir o exemplo de Honduras para acabar com a falsa democracia, pois o Brasil parece estar sendo governado por gangsters, que fazem o que bem entendem, debochando do povo e nada dá em nada?



WLV – O Brasil é grande demais para uma solução do tipo Honduras, uma república de bananas controlada por seis ou sete famílias corruptas. Nesse conflito de Honduras, todos são culpados e não há santos. No Brasil, um país mais complexo, a 8ª economia do mundo, o buraco é mais embaixo. Nossas instituições aguentarão ainda muitos golpes até haver uma conflagração. O mingau aqui é comido pelas beiradas. O brasileiro não protesta, aparentemente. A violência difusa, não orgânica, é prova de que a sociedade se movimenta, degenerando-se dia a dia. Esse movimento surdo vai chegar a um ponto que tornará insuportável a vida nas grandes cidades. Os corruptos não entendem o mal que fazem e avançam sobre o dinheiro público como se não fosse de ninguém. No entanto, não percebem que seus filhos têm que sair escoltados para as escolas e festas e seus netos correm o risco de serem sequestrados e assassinados por alguém que tenha sido prejudicado pela corrupção praticada.



RVB – No Brasil, quando um cidadão reivindica seus direitos, como, por exemplo, pronto atendimento nos hospitais, é comum ver a polícia bater no cidadão já doente. O MST invade propriedades constantemente e a polícia só acompanha, sem intervir. Isso é discriminação ou as instituições financiadas pelo governo têm mais direito que os outros cidadãos?



WLV – A cidadania no Brasil está agachada, de cócoras. Temos o Estatuto da Criança e do Adolescente, do Consumidor e do Idoso, mas os direitos pretensamente garantidos por eles não são seguidos. A polícia não é cidadã, não é treinada para isso e seus integrantes repetem a violência dos seus patrões no governo. Qualquer revolta em estações ferroviárias, em comunidades faveladas ou nos centros urbanos é severamente punida como manifestações orquestradas por pessoas que querem desestabilizar os governos. Não se procura entender o que dizem as reivindicações, as verdadeiras causas das revoltas, porque no cerne da conduta governamental está a tendência de deixar tudo como está. Hoje, as greves só são feitas no âmbito do serviço público, porque os funcionários têm estabilidade no emprego e, por isso, podem reivindicar. Os trabalhadores dos setores privados, oprimidos pelos temores do desemprego, nada reivindicam e têm cada vez menos poder de barganha na luta por seus direitos. E quem não tem trabalho ou é aposentado, meu Deus!, está sujeito a sofrimentos e injustiças que todos presenciamos...



RVB – O presidente Lula tem se apresentado como o salvador da Pátria. No entanto, ele se esquiva de todas as situações difíceis usando metáforas ou fazendo gracinhas. Uma delas foi dizer: “Mesmo que a Amazônia fosse careca, não poderia se comprometer com o desmatamento zero”. Por quê?



WLV – A comunicação do presidente é feita sob medida e de caso pensado para convencer as pessoas do povo de que ele é um ser igual, uma pessoa comum. Ele modifica até o tom de voz nos comícios, fingindo uma emoção completamente estudada, a não ser quando na noite anterior bebeu um pouco além da conta. Quem tem o mínimo treinamento a respeito de alcoolismo sabe que as faces vermelhas e inchadas do presidente em alguns comícios, evitadas pacientemente pelos flashes da televisão, são consequências de situações alcoólicas vividas na noite anterior. Nesses momentos, ele solta, às vezes, metáforas e inconveniências típicas, interpretadas pelos áulicos e aduladores como tiradas de enorme inteligência. Infelizmente, esse é o papel dos bajuladores: defender o governo porque estão também mamando nas tetas...



RVB – Lula fala para o mundo que o brasileiro tem que ter seu lugar ao sol, mas aqui dentro oprime o cidadão com imposto e mais imposto e, em contrapartida, dá esmola ao cidadão. Isso não é tirar, na prática, o sol do cidadão?



WLV – Os impostos são a forma histórica de manter de pé estados aristocráticos, com os conhecidos e notórios privilégios da corte. Como o governo não produz nada, só pode se manter, nababesca e perdulariamente, cobrando os 73 impostos que atualmente temos. Hoje, a situação do brasileiro é pior do que no período da derrama, que gerou os protestos da Inconfidência Mineira, em 1792. O governo se funda no fato de que o brasileiro é tolerante e suporta tudo, até ser roubado em 430 bilhões de reais por ano, sem nenhum protesto. E assim continuará até que a corda estique de maneira insuportável. Aí surgem as revoluções...



RVB – Lula diz que prefere dar dinheiro (a esmola do bolsa-família) a diminuir impostos. Que política é essa?



WLV – As esmolas, em nossa sociedade, não ofendem o cidadão, mas amoldam o seu caráter para não haver revoltas. O paradoxal é que a conciliação das elites patrimonialistas e egoístas com a plebe ignara é realizada em conluio com um governo que se diz de esquerda socialista. É o tropicalismo ideológico, misturado às tradicionais corrupções e sem-vergonhices que aqui abundam!



RVB – O senhor viu a reforma política que fizeram, ou melhor, ajustaram os interesses para 2010?



WLV – Todas as reformas políticas e eleitorais no Brasil serão superficiais enquanto forem feitas por aqueles que são beneficiados pelo quadro político que aí está e que não garante isonomia para os cidadãos, a não ser no papel. As eleições de 2010 serão vencidas pelas elites através da votação obrigatória e eletrônica, sem recibo. É o voto de cabresto contemporâneo.



RVB – A popularidade do presidente Lula é real ou o Brasil já aceitou o cabresto?



WLV – A popularidade do presidente é real e oscila pouco porque o brasileiro está acostumado a migalhas e admira, no fundo, os espertos e ladrões. Isso já faz parte do imaginário social e do cabresto mental de um povo marcado, como gado, mas que é profundamente feliz!



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*Entrevista à Revista “A VOZ DO BRASILEIRO”, p. 16-17, Goiás, Editora e Gráfica A Voz do Brasileiro, janeiro de 2010. Jornalista Raphael Souza



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**Waldo Luís Viana, 54, escritor, jornalista, economista e poeta, formado em Economia pela Universidade Gama Filho, em 1978, escreveu diversos livros, dentre eles “Eleições, A Verdade do Seu Voto” (Editora Cátedra, 1988) e “Estrangulado Pelas Mãos do Estado” (Editora Nihil Obstat, 2000), tendo convivido com vários jornalistas como Mauritônio Meira, Justino Martins, Esmeraldino Gonçalves, Pedro Porfírio, Murilo Mello Filho e tantos outros, hoje exerce as funções de consultor parlamentar e ghost writer. Vive atualmente na cidade de Teresópolis, região serrana do Estado do Rio de Janeiro e concedeu à RVB goiana esta entrevista especial.

FALTA DE RESPEITO. Doc. 39 – 2011

De: Grupo Guararapes


Enviada em: quarta-feira, 13 de abril de 2011 17:44




www.fortalweb.com.br/grupoguararapes

“Gostaria de tratar o senhor José Sarney com elegância e respeito, mas não posso, porque estou falando com um irresponsável, um omisso, um desastrado, um fraco. Sempre foi um político de segunda classe, nunca teve uma atitude de coragem.

(Fernando Collor, na campanha de 1989, sobre o então presidente da República)

“Sei que o presidente Lula e o presidente Sarney apoiaram o meu impeachment, mas mesmo assim não desejo que sofram o mesmo. Não desejo que sejam alcançados por injúrias, calúnias, mentiras”.

(Collor, hoje, em discurso no Senado).

“O Brasil é testemunha da brutalidade, da violência, do desatino com que fui agredido por um candidato profundamente transtornado”.

(José Sarney sobre Collor, na campanha de 1989).

“Sou profundamente grato ao senador Collor. Ele tem sido bastante leal a mim”.

(Sarney, hoje, no Senado).

“O outro candidato defende abertamente a luta armada, a invasão de casas e apartamentos. Lula é um cambalacheiro”.

(Collor, 1989).

“Nenhum ataque ao presidente Sarney e ao presidente Lula ficará sem resposta”.

(Collor, na semana passada).

“Pena que esse moço seja tão corrupto”.

(Lula sobre Collor, 1993).

“O senador Fernando Collor tem tudo para fazer um grande mandato”.

(Lula, 2007).

“Não sou eu quem diz que Lula quis forçar o aborto. Quem diz é Miriam Cordeiro, mãe da Lurian”.

(Collor, 1989).

“Tive de suportar denúncias terrivelmente levianas. Sofri e muito, arrancaram-me o mandato, levaram-me a mãe, dispersaram minha família“.

(Collor, hoje).

“Nós sabemos que antigamente se dizia que o Adhemar de Barros era ladrão, que o Maluf era ladrão. Poderiam ser ladrões, mas eles são trombadinhas perto do grande ladrão que é o governante da Nova República”.

(Lula sobre Sarney, em 1987, num discurso em Aracaju).

“O presidente Sarney não pode ser tratado como uma pessoa comum. Ele tem biografia”.

(Lula, no mês passado).

“A multidão e a sua vontade nem sempre ou quase nunca tem razão”.

(Collor, hoje).

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Governo pagando a conta...

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Ficção é ficção História é História


Por Maria Joseita Silva Brilhante Ustra

www.averdadesufocada.com

Seria bom se "o povo que gosta do Ratinho", como diz o articulista da matéria abaixo, soubesse que a verdadeira luta armada teve como marco inicial o atentado a bomba no Aeroporto de Guararapes, com 2 mortos , e 13 feridos graves. Nesse ano, 1966, só em Recife, foram sete atentados a bomba.

Seria interessante que os crimes praticados por eles fossem mostrados para que o povo tomasse conhecimento do que realmente se passava no país e que a reação dos órgãos de segurança foi em consequência do caos e da intranquilidade no país.

Seria interessante que se mostrasse ao povo qual era a motivação dos revolucionários da esquerda radical e desde quando estavam organizando e preparando a revolução do proletariado.

Texto completo

Nada pode justificar a tortura que está sendo mostrada na novela .Fatos, que, como diz o articulista , "o povo que gosta do Ratinho", tenho certeza, saberá definir o que pode ser real e o que é ficção, como o próprio desenrolar da novela já está demostrando.

Quanto aos depoimentos comoventes, são realmente chocantes. São fatos, segundo os depoentes, passados há cerca de 40 anos e que precisariam de comprovação, como o de um preso, que é torturado dentro de um hospital das Forças Armadas. Podem ter certeza que virão outros, cada vez mais chocantes e que para nenhum deles se pedirá comprovação. A palavra deles é lei.

Já até imagino o desenrolar da novela... Para o autor tudo tem solução...

As vítimas de Guararapes?... As vítimas estão velhinhas, não vão incomodá-las. Para que dar destaque a isso ?...

O massacre a coronhadas do tenente Alberto Mendes Júnior, refém voluntário, desarmado? ...Ora, era necessário, era mais um a comer, no meio da mata, o "tribunal revolucionário" estava lá, reunido, e decidiu "justiçá-lo", melhor omití-lo...Enterra ali mesmo, nunca vão achá-lo... Que importa que foi no dia das mães?

A morte do marinheiro inglês de 19 anos?... Foi porque a farda representava um país imperialista, é justificável,ora bolas, precisavam de propaganda, será esquecida...

O major alemão morto ? Apenas um engano , se for citada...


Morto a coronhadas ,desarmado

A morte do Dr Otávio, metralhado pelas costas, de short e desarmado ?... Foi justiça, era um agente da lei...

A explosão do soldado Kosel, um acidente de percurso, Afinal, quem mandou servir ao Exército? Quem mandou ser solidário com o sofrimento alheio? O que ele tinha que correr para ver se havia feridos dentro da Kombi que batera em um poste e não conseguira entrar no quartel? Os explosivos eram para atingir apenas o quartel e os oficiais. Não os soldados...

Os assaltos, os sequestros de diplomatas e de aviões, os assassinatos, os atentados a bomba, as sabotagens, os " justiçamentos de companheiros", os treinamentos de guerrilha fora do país, as 119 vítimas e as centenas de mutilados, nada disso aconteceu... Foi tudo um pesadelo, pura imaginação da direita , tentativa de desestabilizar os governos de esquerda. Os nomes são falsos, as fotografias forjadas, os laudos inventados...

Para eles, a palavra deles é lei!!!



Bete Mendes, em 1985, ao voltar do Uruguai, declarou à Revista Veja de 21 de agosto de 1985 que, no DOI, quando estava presa, " o corpo de um amigo, morto a pancadas, foi-lhe mostrado estendido numa maca, para desquilibrá-la emocionalmente". Jamais um repórter, um entrevistador ou mesmo a Comissão de Anistia lhe perguntou como era o nome desse amigo.- e ela nunca mais tocou nesse assunto na imprensa, mas, volta e meia diz que foi torturada...

Afinal Bete mendes, qual é o nome do seu AMIGO?

Em uma carta ao ministro do Exército, lida por ela na Cãmara dos Deputados, Bete Mendes disse ter visto " corpos de pessoas inocentes e que estão na  lista de desaparecidos" . Novamente, nenhum Congressista, nem entrevistador perguntou pelo menos, onde ela viu e quantos eram esses corpos. Nenhuma Ong das especializadas no assunto reclamou esses corpos que ela viu no período em que esteve presa - de 29/09 a 16/10/1970.

Sílvio Santos, assíduo frequentador dos

governos militares

Assim como ela , vários outros se aproveitam do tempo passado e da falta de exigência de provas para dizerem o que desejam

Para quem viveu as duas épocas , será fácil prever o desenrolar dessa novela do SBT.

O patrão vai ficar satisfeito. No regime militar Sílvio Santos era assíduo frequentador das solenidades cívicas no Quartel General do II Exército , recebeu até medalhas - Pacificador ou do Mérito Militar -, ou quem sabe as duas. Como sempre, ria sem sentir, com as homengens.

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Sílvio Santos e o sonho de ter uma rede Nacional de TV

Em 22 de outubro de 1975, Ernesto Geisel assinou o decreto 76488, outorgando a Silvio Santos o Canal 11 do Rio de Janeiro. Ele passou, então, a transmitir seus programas simultâneamente na TV Tupi e na TVS ( TV Studios). Depois da falência da Rede Tupi em 1980 o programa Silvio Santos em São Paulo foi transferido para Rede Record . Na década de 1980 Sílvio Santos chegou a ser dono de 50% da emissora do empresário Paulo Machado de Carvalho

O sonho de Sílvio Santos começava a se realizar. Um lobby aqui, outro ali,.. Finalmente, em 1981, Sílvio Santos obteve licença para operar o canal 4 de São Paulo que se tornou a TVS da capital Paulista. A partir das emissoras do Rio de Janeiro e São Paulo, surgindo o embrião do SBT. Seu império estava concretizado. Entra governo, sai governo e Sílvio Santos sempre, sempre a rir!

No governo passado, teve dificuldades com o Banco Panamericano ,uma visitinha a Lula e logo foi socorrido.

E, novamente, nesse governo, com essa novela, SÍLVIO SANTOS VEM AÌ.