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terça-feira, 29 de novembro de 2011

A VERDADE VERDADEIRA


















ACADEMIA BRASILEIRA DE DEFE-SA

Pro Patria







Dando continuidade e conseqüência ao 3º Programa Nacional de Direitos Humanos, obra do Presidente Luiz Inácio da Silva, em dezem-bro de 2009, foi proposta a criação da denominada Comissão da Verdade para apreciar a violação dos direitos humanos no período de 1946 a 1988, como fruto da iniciativa de ex-integrantes de organizações terroristas e guerrilheiras que militaram contra o Movimento Democrático de 31 de Março de 1964.

A lei para instalação dessa comissão, sob o pretexto de “efetivar o direito à memória e à verdade histórica, e promover a reconciliação nacional”, foi sancionada pela Presidente da República em 19 de novembro de 2011, em ato de flagrante violação da Lei de Anistia, confirmada em recente acórdão do Supremo Tribunal Federal.

A denominação desse colegiado pretende levar os brasileiros desavisados a crer que suas conclusões serão a expressão de absoluta, incontestável e dogmática verdade.

Nos termos dessa lei, tal entidade será composta por sete membros de “reconhecida idoneidade e conduta ética” (atributos raros nos membros do atual governo) a serem designados pela Presidente da República.

A abrangência temporal estabelecida na lei (1946/1988), excluindo épocas em que ocorreram outros acontecimentos conturbados da vida nacional, tais como a Intentona Comunista de 1935 – cujos mortos serão, mais uma vez, venerados no próximo dia 27 de novembro – e a vigência da Ditadura Vargas (1930/1945), denuncia a intenção de ocultá-los de tal análise e de ater-se ao vezo indeclinável do revanchismo inconseqüente contra as Forças Armadas nacionais. Estas por terem sido o instrumento institucional do Povo Brasileiro para o restabelecimento da ordem pública, por meio do referido movimento iniciado em março de 1964.

Se vamos apreciar eventuais crimes contra os direitos humanos cometidos nesses quarenta e dois anos (1946/1988), por que não acrescentar mais dezesseis (1930/1946) em tal período?

Será porque os militares, em nome do povo, os derrotaram fragorosamente em 1935 (mesmo atraiçoados pelos seus próprios colegas “vermelhos”) e 1964, nas suas frustradas tentativas de instalar uma ditadura extremada bolchevista no País?

Será para continuar enganando o povo brasileiro com as deslavadas mentiras, hoje denunciadas até por ex-integrantes de suas próprias quadrilhas, de que foram alvos de fantasiosas torturas, e que em nome dessas mentiras tenham, vergonhosamente, recebido do governo faccioso polpudas indenizações?

Será para aliviar dolorosos sentimentos de remorso por terem induzido jovens e despreparados patrícios a servir-lhes de massa de manobra em suas quixotescas aventuras bélicas, em seguida abandonando-os à própria sorte ou mesmo “justiçando-os” por não quererem mais segui-los?

Será porque, em vista das derrotas nos movimentos violentos do passado, agora pretendam alcançar seus propósitos por meio da paciente estratégia "gramsciana"?

Será porque os seus desejos de vingança são tão irracionais que não hesitam em desestabilizar a paz institucional no País para compensar suas doentias frustrações?

Se tudo isso for verdade e se essa minoria de terroristas pretende, ainda, levar avante sua paranóia, estará cometendo vários enganos.

Inicialmente, porque eles mesmos serão desmascarados nas suas mentiras e, ainda, os primeiros alvos a serem identificados como autores de hediondos crimes, covardemente, praticados contra entidades e cidadãos inocentes, nacionais e estrangeiros.

Depois, por estarem reavivando dissensões do passado entre irmãos, fazendo carga contra membros das Forças Legais, em especial das Forças Armadas, as quais, certamente, continuarão a respaldá-los, por haverem atuado em seu nome, e não permitindo, jamais, que quaisquer sanções os atinjam.

E, finalmente, é preciso considerar ser dever de todos nós, cidadãos brasileiros, mantermos intactos os valores tradicionais da Nação e os símbolos representativos de sua soberania, dentre estes, as Instituições Militares, que nunca fugiram às responsabilidades para as quais foram chamadas.

É por tudo isso que a Academia Brasileira de Defesa, coerente com seus objetivos estatutários, dentre outros, os de defesa do Estado Democrático de Direito, vem, publicamente, protestar contra a instituição dessa Comissão da Verdade por considerá-la incompatível com a legislação vigente e atentatória à paz social do País.





Rio de Janeiro, 25 de novembro de 2011





Academia Brasileira de

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

O retorno do PT para a sociedade socialista‏

Por Geraldo Almendra 21 Nov 2011




A Fraude da Abertura Democrática demonstra que precisamos de estadistas, executivos e gerentes que estabeleçam a gestão dos recursos públicos fundamentada na técnica, na competência, e na racionalidade, deixando de considerar a influência da degeneração moral da política, um instrumento de destruição do presente e do futuro do país. A prevalência de aspectos humanos e sociais deixados nas mãos de corruptos, terroristas perseguidores das Forças Armadas, subornadores e prevaricadores, fez do poder público um Covil de Bandidos diante da falência da Justiça que garante a impunidade dos delinquentes de terno e gravata que se vestem de "servidores" públicos ou do povo.



Como foi noticiado o STJ bateu o martelo da Justiça petista: as "terrinhas" improdutivas podem ser desapropriadas pela justiça para serem entregues aos vendedores de votos para o PT. Qualquer chácara ou sítio por menor que seja, considerado "improdutivo", poderá ser ocupado por um sem-terra desocupado. Uma casa com terreno "improdutivo", com certeza, mais cedo ou mais tarde, vai perder o seu terreno para a construção de uma "moradia" para os militantes e cúmplices do "partidão".



Toda a responsabilidade dos desgovernos civis na destruição das bases para o crescimento econômico autossustentado e gerador de empregos herdadas do Regime Militar, e em nunca fazer uma reforma agrária decente, honesta, justa e competente é que criou essa legião de sem-terra manipulada pelo petismo terrorista para servir de exército de invasão e destruição de propriedades privadas.



De uma vez por toda a Constituição do país virou papel de rascunho e já não serve de guia fundamental para a Justiça do país.



A opção pelo capitalismo, que preserva e faculta os prêmios pelo mérito do trabalho, do estudo continuado e da cultura adquirida, estará sendo substituído pela confisco programado dos bens de quem adquiriu o direito de ter um patrimônio não especulativo como finalidade, pelo fruto da renda gerada pela competência e suas consequências, resultados do mérito capitalista, único sistema que pode ser justo na premiação do empreendedorismo, do esforço pessoal e da competência tendo como contrapartida a punição da vagabundagem.



Os problemas que o mundo capitalista está enfrentando não é uma mazela do sistema em si, mas resultado direto da incompetência, da má fé, da corrupção, do suborno e da prevaricação, desvios de conduta resultante de relações público-privadas degeneradas que são de responsabilidade dos Sistemas Judiciais por não limitarem suas resultantes ou seus alcances. A ilusão de Justiça é a predominante nas sociedades geridas por canalhas da política prostituída, do suborno e da corrupção.



A absurda extorsão que o Sistema Financeiro pratica, por exemplo, não é culpa do capitalismo e sim de desgovernos corruptos e prevaricadores que têm no Poder Judiciário omisso ou cúmplice a chave para a continuidade do enriquecimento desproporcional de banqueiros, executivos, e investidores especulativos.



Que não se enganem os "socialistas" de ocasião, corrompidos ou subornados pelo petismo porque já aparecem os claros sinais da ponta do iceberg da socialização dos bens da sociedade e do "igualitarismo" que preserva "direitos iguais" para os que trabalham honestamente, estudam para se tornarem cidadãos cada vez mais competentes e empreendem, e os que foram transformados em ignorantes, vagabundos, e aproveitadores dependentes do assistencialismo petista.



Em breve o conforto e a riqueza, conquistadas de forma digna, vão ter seus limites estabelecidos pelo Estado - que já pratica a maior extorsão tributária do planeta -, colocando em um mesmo saco os canalhas públicos e privados e as pessoas honestas e do bem.



Já temos estruturado um Estado Policial atuando contra os inimigos do PT, e que invade vergonhosamente a privacidade da sociedade chegando até a sua gênese, a família, através de seus Conselhos Tutelares fascistas que permitem de forma vergonhosa a prostituição do comportamento de jovens e adolescentes no ambiente escolar, mas se acham no direito de restringir a ação dos pais na educação de seus filhos.



Será muito fácil para a ditadura fascista civil, que nos espera de braços abertos, confiscar tudo o que ela considerar em "excesso" dividindo a "mais valia" capitalista para a vagabundagem socialista.



Por algum tempo no dos outros vai ser refresco até que os abutres petistas se sintam seguros de que poderão chegar a um condomínio – lotado de canalhas esclarecidos cúmplices – e determinar a divisão dos grandes e luxuosos apartamentos em local de moradia coletiva, pois na visão desses patifes "todos" terão que usufruir dos mesmos benefícios sociais, para que a maioria fique com parte dos nossos bens, mesmo que não tenham trabalhado nem estudado para ter direito a uma vida diferenciada, recompensa justa para o empreendedorismo pessoal e empresarial.



A amplitude da lógica socialista será a mesma. As moradias "improdutivas" deverão ser reformuladas para distribuir o conforto obtido pelo trabalho dos outros para a massa de vendedores de votos, subornados pelo petismo.



Será que entre os jornalistas, os acadêmicos, os artistas entre tantos outros cúmplices "socialistas" que moram em nas "Vieiras Soutos" da vida vão também distribuir suas riquezas entre os "menos favorecidos"? Essa gente nojenta que adora Cuba, mas vive no esplendor das oportunidades capitalistas nas suas carreiras precisa pensar se seu sonho cubano virtual não vai se tornar real na Cuba Continental em que o país acabará sendo transformado. Não temos qualquer notícia que algum artista, acadêmico, estudante universitário, jornalista que vive pregando elogios ao regime cubano, com fotos de "Che" nas suas residências tenha ido viver lá voluntariamente.



A história da desgraça socialista vai se repetir no Brasil.



Para a burguesia comunista ou socialista de ocasião, cúmplice do "partidão", pouco ou nada vai acontecer, porque até lá estaremos sob o jugo de um Estado absolutamente aparelhado pelos militantes da desgraça do país, que já "privatizaram" o poder público para sua base aliada que disputa cargos a tapa, não para ajudar o país a se transformar em uma verdadeira democracia progressista e justa, mas sim para dar cada vez mais competência à capacidade dessa gente sórdida de roubar os contribuintes.



Os invasores de nossos patrimônios não terão problemas com a Justiça, pois os tribunais inferiores e superiores já são lacaios desses fascistas corruptos e subornadores, disfarçados de comunistas ou socialistas.



A idiotice e a imbecilidade dos que ainda acreditam no "socialismo" petista é realmente digno de uma sociedade absolutamente decadente, uma sociedade de maioria cúmplice por covardia ou omissão, mas que, no final das contas, estarão no mesmo saco para serem tratados como lixo pelo petismo.



Em tempo, registramos a descarada hipocrisia de um desgoverno mentiroso e leviano que ficou "aborrecido" com as mentiras de uma empresa petrolífera que acaba de cometer um grave crime ambiental. Perderam totalmente a vergonha. Gente sórdida!



Enquanto a Europa já começou a dar um basta na devassidão socialista que está falindo economias, o Brasil – em situação pré-falimentar na sua dívida pública – anda para trás, e teremos mais algumas décadas perdidas até que a o caminho de uma verdadeira democracia capitalista seja reencontrado.







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sábado, 19 de novembro de 2011

Maconha na USP

Por Percival Puggina *



Quando leio sobre a violência dos assaltos praticados hoje em dia, fico com saudade do tempo dos trombadinhas. Era uma época tranquila, em que o gatuno esbarrava na vítima, tomava-lhe algo e saía correndo. Tinha medo, e por isso fugia. Era um infeliz constrangido. Hoje, o ladrão ofende e maltrata. Anda armado e aperta o gatilho sem que nem porquê. Sente-se como grande senhor da selva urbana onde impõe sua própria lei. O medo fica por conta apenas da vítima. É a vítima que corre para longe. Se puder.



O que foi que mudou? O que fez o trombadinha transformar-se nesse monstro urbano? Foi a droga. A droga converteu as necessidades sob cujo impulso agia o trombadinha em insaciável demanda por dinheiro para as urgências do vício. Estendeu suas malhas sobre a sociedade, multiplicou a dependência e o exército do crime urbano. Gerou recursos para aquisição de armas letais. Organizou as redes criminosas do tráfico e corrompeu setores do Estado (não apenas na área de segurança pública). Por isso, tenho saudade do tempo dos trombadinhas.



A maconha - nunca esqueça que foi com ela, com a maconha, que tudo começou - abriu a porta desse cofre de perversões e perversidades. Primeiro gerando o hábito social, em seguida o vício, e, depois, desfiando a longa sequência das drogas cada vez mais pesadas que invadiram o mercado com seu poder de destruição.



Outro dia, participando do programa Conexão Band, da rádio Bandeirantes de Porto Alegre, eu disse que a invasão da reitoria da USP tinha sito mais uma evidência dos males causados pela maconha. Imediatamente, um ouvinte protestou dizendo que a erva não leva alguém a agir daquela maneira. Obriguei-me, então, a explicar algo que me parecera óbvio: a sequência de fatos que levara à invasão havia iniciado com a detenção, pela Polícia Militar, de alguns estudantes que curtiam seus baseados no estacionamento da universidade. Ora, se uma ocorrência policial comum dava causa suficiente aos atos que se seguiram, apenas por envolver maconha, era óbvio que ela, independentemente dos efeitos psicotrópicos, se faz perigosa, também, sob o ponto de vista social. A desproporção na relação de causa e efeito - a detenção de alguns maconheiros e a violência que se seguiu - era apenas mais uma amostra desses tantos males. E, aquele fato em si, um dos muitos episódios diários que têm curso em toda parte exibindo a terrível face social da droga.



Ouvir - não raro de autoridades - um discurso de tolerância em relação à maconha, ou, o que talvez seja ainda pior, perceber que se difunde por repetição a ideia de que maconha não faz mal algum, é profundamente perturbador para quem tem informação verdadeira e objetiva sobre o assunto. Pergunte a profissionais da área de saúde que lidam com dependência química. Ouça peritos a respeito dos efeitos da maconha sobre a atividade cerebral. Indague a pais, mães e professores sobre o impacto que o uso dessa droga determina na capacidade intelectiva, na concentração, na disciplina e na vida escolar dos jovens.



A maconha pode não estar na reta final de muitas tragédias existenciais, mas está no início de boa parte delas. E os enlouquecidos vândalos da reitoria da USP talvez não estivessem sob direto efeito dos seus baseados, mas agiram tendo-os como causa da violência que empregaram.



______________



* Percival Puggina (66) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site www.puggina.org, articulista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões







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