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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Comentário nº 100– 3 de julho de 2011

Assuntos: No País e no Mundo

No País

- Confirmada a tese do deputado Aldo Rebelo, de que ONGs estrangeiras têm sido financiadas por outros países para agir no Brasil contra o desenvolvimento econômico do país. Um relatório da ABIN o afirma. E não é o primeiro

O relatório da ABIN é um cala boca para os que acreditavam que tudo não passava de teoria conspiratória da cabeça dos comunistas. Comprova que durante o debate acerca do Código Florestal ONGs estrangeiras receberam dinheiro para atuar contra os interesses do Brasil. O tempo é o melhor remédio para trazer a verdade a tona. (Jornal O Globo, de 19/06)

- Por emenda constitucional (FHC) aprovada no embalo do Consenso de Washington, qualquer empresa estrangeira que se registre no Brasil é considerada brasileira. È fácil imaginar as consequencias: As transnacionais estão comprando com os dólares que perderão o valor tudo que é terra, especialmente as que produzem cana-de-açúcar, além das usinas alcooleiras. Com tal emenda constitucional em vigor, as empresas “nacionalizadas” cassarão nos tribunais qualquer medida que as impeça de adquirir terras com base na lei que venha a ser criada para lhes limitar o acesso.

“Para realmente conter a apropriação incontrolada de terras por estrangeiros, creio que passo indispensável para isso é emendar de novo a Constituição, em cujo capítulo econômico foi suprimida a distinção prática entre empresa de capital nacional e empresa de capital estrangeiro” ( Dr Adriano Benayon).

- As perigosas medidas de Mc Namara para a Amárica Latina: “Afastem os militares das funções da defesa nacional; dêem-lhes missões de guardas florestais, socorristas em calamidades, protetores dos índios, etc., mantendo apenas núcleos que possam ser empregados pela ONU em missões de manutenção da paz e em operações compondo forças internacionais Estão sendo postas em prática”. ( OJBR)

Fragilizam-nos ainda mais face a verdadeira ameaça: – a intervenção internacional para garantir o respeito ao meio-ambiente e a independência das áreas indígenas.

- Causa estranheza: que os movimentos sociais e homossexuais que mais combatem a Igreja nunca dizem uma só palavra contra a CNBB (da Internet)

Por que será?

- Agora as melhores notícias: Gás natural em Minas Gerais. Em apenas um poço perfurado na Bacia do São Francisco, foi identificada uma reserva correspondente a 22% de tudo que tínhamos, e há probabilidade de a jazida ser ainda maior. Geólogos estimam que a Bacia do São Francisco pode ser comparada com a da Sibéria, uma das mais importantes província de gás natural do planeta. A previsão que a produção comece em dois anos. O gás mineiro irá substituir o gás boliviano na Unidade de Fertilizantes Nitrogenados, em Uberaba , e o aumento da oferta deve reduzir o preço do produto. Foi também anunciado que o Brasil possui atualmente a terceira maior reserva de potássio do mundo, ficando atrás apenas da Rússia e do Canadá. A jazida estende-se ao longo do Rio Amazonas e há ainda indícios de outras duas. Em 2008 importou-se 91% do cloreto de potássio consumido, gastando US$ 5 bilhões. A citada mina não é notícia recente, A mina chama-se Fazendinha e foi descoberta há mais de 20 anos por geólogos da Petrobras e cubada pela Petromisa – subsidiária da Petrobras, a qual foi extinta no governo Collor, certamente para deixar nossa produção agrícola dependente do fertilizante estrangeiro . A mina poderia estar explorada há anos, propiciando, além de empregos, aut o-suficiência e economia de uns cem bilhões.



No Mundo

Nos EUA. - Confrontados por um quadro de crise financeira e de necessidade de recursos naturais, especialmente os energéticos, em face ao esgotamento das soluções militares, os estrategistas do Establishment anglo-americano avaliam se devem abandonar sistema histórico de dominar regiões geográficas ricas em recursos e como controlar os fluxos para os centros consumidores. Mergulhados na crise, precisam voltar a atenção para a própria reconstrução. Três anos após o início da crise, o desemprego continua alto, a dívida do país inchando, cidades quebradas e as estradas e pontes sem manutenção. Algumas áreas dos EUA já parecem um país de Terceiro Mundo; um declínio raro na história americana. A superpotência mordeu mais do que consegue digerir. Agora está cogitando de uma retirada militar. Esperemos que retire também suas ONGs da Amazônia. O Reino Unido, mais renitente, pouco poderá sem os “Estates”.

Na China se realiza o incrível deslocamento de 300 milhões de agricultores para "ambientes indusriais", - com a criação de grandes cidades, de 20, 30 e até 40 milhões de pessoas. Com o rápido crescimento, cidades chinesas, como Pequim e Xangai começam a gemer sob a pressão das populações maiores do que a da Austrália.

Não se sabe ainda o resultado dos empreendimentos chineses, particularmente num cenário em que o colapso da moeda estadunidense afaste da China aquele mercado lhe solape o valor de suas reservas. Paira no ar a lembrança do Grande Salto para Frente de Mao que acabou matando 40 milhões de fome. O certo é que muito do mundo vai depender do que acontecer na China. Não há como evitar pensar em guerra

No Islã, as convulsões no mundo árabe tendem a radicalizar o Islam, alterando o equilíbrio de força no Oriente Médio. Tem dois efeitos imediatos: dificultam a hegemonia dos EUA e de Israel e afetam os preços do petróleo que impactam também o dos alimentos. O desenvolvimento e a posse de armas nucleares por parte de governos radicais islâmicos levará Israel e os EUA a atacar preventivamente, arrastando o Ocidente, e mesmo a Rússia e a China, que também se sentem ameaçadas.

Na Rússia há preocupação com distúrbios e tumultos islâmicos, o que a faz aproxima-se dos EUA em seu conflito com os árabes, mas nas sempre tensas relações com os EUA, a Rússia está tentando "reengajar" a Índia, o Sudeste Asiático, a África e também o Oriente Médio, enquanto procura excluir os EUA dos mercados energéticos da Ásia Central, do Cáspio e da América Latina..

Na Europa, o risco de falta de energia e consequente decadência a faz engajar-se fortemente na OTAN e forçar àquela Organização a empregar a força militar fora do continente europeu, em defesa de seus interesses energéticos e de acesso à matérias primas O emblemático ataque à Líbia demonstra que a União Européia ultrapassou a fase propagandística sobre os direitos humanos e meio ambiente para passar, definitivamente, à medidas militares.



Resumindo: estamos vivendo um jogo geopolítico que envolve para uns o poder, para outros o progresso e para terceiros a própria sobrevivência. As cartas são a posse ou acesso à matérias primas, a força militar, a capacidade industrial e financeira e acima de tudo, a vontade nacional. Os mais poderosos impõem seus interesses em cada área do mundo. Podem ser pretextos os direitos humanos, o meio ambiente, as interpretações de democracia e as estruturas religiosas desfiguradas mas o jogo é duro. Os verdadeiros motivos dos ambiciosos - os de interesses - são suficientes para matar, mas não para lutar até a morte. Isto fica para os idealistas ou para quem não tenha alternativa



Gelio Fregapani

Nota oficial do Cardeal Scherer sobre a parada gay de São Paulo

Concordo com o Cardeal Scherer. Essas paradas gay são um acinte, um desrespeito muito grande às pessoas de outra orientação sexual. Eu vi pela televisão a forma como eles se comportam, inclusive desrespeitando símbolos religiosos. Gostaria de saber porque os serviços de segurança permitem parada gay. Qual é o objetivo dessas paradas, fazer propaganda do homossexualismo. Eu nunca vi parada de heterossexuais.

Muito pertinente, oportuna e objetiva a resposta do Cardeal Scherer.





Eu não queria escrever sobre esse assunto; mas diante das provocações e ofensas ostensivas à comunidade católica e cristã, durante a Parada Gay deste último domingo, não posso deixar de me manifestar em defesa das pessoas que tiveram seus sentimentos e convicções religiosas, seus símbolos e convicções de fé ultrajados.

Ficamos entristecidos quando vemos usados com deboche imagens de santos, deliberadamente associados a práticas que a moral cristã desaprova e que os próprios santos desaprovariam também. Histórias romanceadas ou fantasias criadas para fazer filmes sobre santos e personalidades que honraram a fé cristã não podem servir de base para associá-los a práticas alheias ao seu testemunho de vida. São Sebastião foi um mártir dos inícios do Cristianismo; a tela produzida por um artista cerca de 15 séculos após a vida do santo, não pode ser usada para passar uma suposta identidade homossexual do corajoso mártir. Por que não falar, antes, que ele preferiu heroicamente sofrer as torturas e a morte a ultrajar o bom nome e a dignidade de cristão e filho de Deus?!

"Nem santo salva do vírus da AIDS". Pois é verdade. O que pode salvar mesmo é uma vida sexual regrada e digna. É o que a Igreja defende e convida todos a fazer. O uso desrespeitoso da imagem dos santos populares é uma ofensa aos próprios santos, que viveram dignamente; e ofende também os sentimentos religiosos do povo. Ninguém gosta de ver vilipendiados os símbolos e imagens de sua fé e seus sentimentos e convicções religiosas. Da mesma forma, também é lamentável o uso desrespeitoso da Sagrada Escritura e das palavras de Jesus – "amai-vos uns aos outros" – como se ele justificasse, aprovasse e incentivasse qualquer forma de "amor"; o "mandamento novo" foi instrumentalizado para justificar práticas contrárias ao ensinamento do próprio Jesus.

A Igreja católica refuta a acusação de "homofóbica". Investiguem-se os fatos de violência contra homossexuais, para ver se estão relacionados com grupos religiosos católicos. A Igreja Católica desaprova a violência contra quem quer que seja; não apoia, não incentiva e não justifica a violência contra homossexuais. E na história da luta contra o vírus HIV, a Igreja foi pioneira no acolhimento e tratamento de soro-positivos, sem questionar suas opções sexuais; muitos deles são homossexuais e todos são acolhidos com profundo respeito. Grande parte das estruturas de tratamento de aidéticos está ligada à Igreja. Mas ela ensina e defende que a melhor forma de prevenção contra as doenças sexualmente transmissíveis é uma vida sexual regrada e digna.

> Quem apela para a Constituição Nacional para afirmar e defender seus direitos, não deve esquecer que a mesma Constituição garante o respeito aos direitos dos outros, aos seus símbolos e organizações religiosas. Quem luta por reconhecimento e respeito, deve aprender a respeitar. Como cristãos, respeitamos a livre manifestação de quem pensa diversamente de nós. Mas o respeito às nossas convicções de fé e moral, às organizações religiosas, símbolos e textos sagrados, é a contrapartida que se requer.

A Igreja Católica tem suas convicções e fala delas abertamente, usando do direito de liberdade de pensamento e de expressão. Embora respeitando as pessoas homossexuais e procurando acolhê-las e tratá-las com respeito, compreensão e caridade, ela afirma que as práticas homossexuais vão contra a natureza; essa não errou ao moldar o ser humano como homem e mulher. Afirma ainda que a sexualidade não depende de "opção", mas é um fato de natureza e dom de Deus, com um significado próprio, que precisa ser reconhecido, acolhido e vivido coerentemente pelo homem e pela mulher.

Causa preocupação a crescente ambiguidade e confusão em relação à identidade sexual, que vai tomando conta da cultura. Antes de ser um problema moral, é um problema antropológico, que merece uma séria reflexão, em vez de um tratamento superficial e debochado, sob a pressão de organizações interessadas em impor a todos um determinado pensamento sobre a identidade do ser humano. Mais do que nunca, hoje todos concordam que o desrespeito às leis da natureza biológica dos seres introduz neles a desordem e o descontrole nos ecossistemas; produz doenças e desastres ambientais e compromete o futuro e a sustentabilidade da vida. Ora, não seria o caso de fazer semelhante raciocínio, quando se trata das leis inerentes à natureza e à identidade do ser humano? Ignorar e desrespeitar o significado profundo da condição humana não terá consequências? Será sustentável para o futuro da civilização e da humanidade?

As ofensas dirigidas não só à Igreja Católica, mas a tantos outros grupos cristãos e tradições religiosas não são construtivas e não fazem bem aos próprios homossexuais, criando condições para aumentar o fosso da incompreensão e do preconceito contra eles. E não é isso que a Igreja Católica deseja para eles, pois também os ama e tem uma boa nova para eles; e são filhos muito amados pelo Pai do céu, que os chama a viver com dignidade e em paz consigo mesmos e com os outros.



Publicado em O SÃO PAULO, ed. de 28.06.2011

Card. Odilo P. Scherer

Arcebispo de São Paulo

DE CABEÇA PARA BAIXO

Prof. Marcos Coimbra



Membro do Conselho Diretor do CEBRES, Titular da Academia Brasileira de Defesa e da Academia Nacional de Economia e Autor do livro Brasil Soberano.



Continuamos a presenciar fatos inimagináveis há alguns anos. Na Líbia continua o massacre injustificável de centenas de inocentes, dizimados impiedosamente pelos bombardeios “cirúrgicos” da OTAN, a pretexto de defesa de civis perseguidos por Kadhafi. Fica cada vez mais evidente que o real objetivo é o de controle das imensas reservas de petróleo existentes no país. A disputa pelo butim já envolve até a Rússia e a China, interessadas em preservar seus interesses estratégicos no país. Continua a caça ao presidente líbio, com a não disfarçada intenção de eliminá-lo fisicamente para abreviar o processo de tomada do poder. O precedente é perigoso, pois consolida a nova política de “direito de ingerência” em outros países, sem justificativa real, com base em mentiras como a criada no Iraque. Fica o alerta para países como o Brasil, poderoso em recursos naturais e fraco no tocante aos meios necessários para sua defesa e utilização.



O episódio envolvendo o ex-diretor-gerente do FMI, Sr. Dominique Strauss-Kahn (DSK) ainda vai dar muito o que falar. A promotoria de Nova York muda repentinamente de direção e recua de sua posição inicial de “linchamento” do banqueiro, após descobrir tardiamente que a denunciante não merece crédito. Isto depois de DSK renunciar a seu estratégico cargo, propiciando a escolha de uma francesa, apelidada de “a americana” na França, devido a suas estreitas ligações com os EUA. Também o escândalo afetou o seu futuro político, pois era o candidato favorito às eleições próximas, no confronto com o atual presidente Sarkosy, também, por coincidência, aliado muito próximo dos EUA. É muita coincidência. Fala-se na hipótese de ele retornar às atividades políticas em seu país, o que não é impossível.



No Brasil, o escândalo do dia é o do ministério dos Transportes. Afinal, diante do flagrante superfaturamento ocorrido nas obras, a presidente mandou demitir os principais assessores do ministro Alfredo Nascimento, dando-lhe um prazo para apurar as irregularidades, ao mesmo tempo em que lhe concede um voto de confiança. A Controladoria Geral da União (CGU) informa que “irregularidades estão no DNA do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes)” e que existem tanto no Dnit como na Valec 18 processos administrativos disciplinares (PAD) e sindicâncias instauradas pela Controladoria, de 2009 a 2011, envolvendo pelo menos 30 dirigentes e assessores. Além disto, 150 PADs foram instaurados pelo ministério dos Transportes, 66 relativos ao Dnit.



Surge em cena a atuação do notório deputado federal Valdemar Costa Neto, presidente de honra do PR, um dos implicados no “mensalão”, o qual renunciou a seu mandato na legislatura anterior para não ser cassado. Ele é quem manda no partido da República. Nada é feito sem sua autorização expressa. É muita ingenuidade imaginar que todos estes “mal feitos” estão sendo cometidos, sem o conhecimento da administração superior. No mínimo, caso aceita esta hipótese, deveriam ser demitidos por incompetência ou negligência. O principal óbice à demissão do ministro é o fato de que ele voltaria ao Senado, onde é titular, desalojando o seu suplente João Pedro, amigo íntimo de Lula.



No Rio de Janeiro, não bastasse a sucessão de problemas ocorridos na administração de Cabral, ocorre um verdadeiro atentado contra a população, representado pela contínua explosão de bueiros da Light, com o conseqüente arremesso de suas tampas. No dia 04.07 somente na Rua da Assembléia, quatro eventos foram registrados, ocasionando ferimentos em duas pessoas e parcial destruição de um carro de propriedade de um advogado, nosso amigo pessoal por sinal. Estávamos a poucos passos do local, logo depois do ocorrido e, quando vimos a rua interditada, perguntamos o que havia acontecido, obtendo o informe de que a agência de um banco teria sofrido um incêndio. Se fosse o primeiro episódio, já seria muito preocupante, porém é mais um de uma longa série, a qual já provocou danos sérios até a uma turista.



E quais são as providências das autoridades? Onde estão a ANEEL, a Prefeitura, o Ministério Público e outras? Medidas pífias são adotadas e o ataque à população continua. Estão esperando acontecer uma tragédia maior para acabar com o abuso? Por que não cassar a concessão? Multa de R$ 100.000,00 por explosão é ridícula. É evidente que, em busca do lucro máximo, os investimentos são minimizados, para agradar aos acionistas, ávidos em explorar o nosso povo, com a criminosa conivência de autoridades que são pagas para defender os nossos interesses e não o fazem por milhares de razões, nem sempre éticas ou morais.



A triste realidade do Brasil de hoje é cruelmente representada por alguns milhares de corruptos, apaniguados, com interesses espúrios, ganhando milhões, enquanto milhões de cidadãos padecem, vivendo da ilusão marqueteira irresponsável, incapazes de reivindicar das administrações que elegeram as mais elementares condições de atendimento às suas necessidades de saúde, educação, segurança, energia, transportes, comunicações etc. A mídia amestrada procura desviar a atenção do inocente povo brasileiro, com temas exóticos como descriminalização de drogas prejudiciais, criminalização de cidadãos dignos e honestos, avessos à pederastia, proibição da posse de armas pelos brasileiros de bons costumes, para impedir que ele reflita sobre as adversas condições de vida existentes, a caminho da implantação de mais uma ditadura bolivariana na nossa sofrida América do Sul.



Até o Peru caiu, com eleições submetidas a influências indevidas sofridas por parte da interferência de agentes estrangeiros, como até do Brasil, para eleição de mais um adepto de Chávez, que também vai alterar a Constituição de seu país, para permitir a reeleição “ad eternum”, a exemplo da Venezuela, Nicarágua e outros. E nossa classe dirigente continua a cair na armadilha, trocando a liberdade por trinta dinheiros. No futuro, irão se arrepender amargamente, mas será muito tarde. Quem vai sofrer são seus descendentes, que vão ser obrigados a fugir para o exterior ou vão ser vassalos aqui de mais uma ditadura comunista.



P.S.:Registramos com pesar a passagem para o Oriente Eterno do ex-Presidente Itamar Franco, talvez o último supremo mandatário brasileiro capaz de aliar honestidade, nacionalismo e competência.



Correio eletrônico: mcoimbra@antares.com.br



Página: www.brasilsoberano.com.br (Artigo de 05.07.11-MM).